
O morcego sugador de sangue, Desmodus rotundus, é o principal transmissor da raiva em bovinos. Essa espécie de morcego só existe em países localizados entre o norte do México e o norte da Argentina.
A simples agressão por morcegos sugadores de sangue também é causa de prejuízos econômicos, pela depreciação do couro, espoliação do animal, perda de produtividade e possibilidade de infecções colaterais e miíases.
O período de incubação da raiva em bovinos pode variar de 30 a 90 dias, dependendo da extensão e profundidade do ferimento, localização da mordida, quantidade e do tipo de vírus. Não se sabe o período em que os bovinos podem transmitir a doença ao homem.
A concentração do vírus da raiva na saliva dos animais infectados é bem inferior à encontrada na saliva de cães e gatos. Mesmo assim, há relatos de casos humanos de raiva transmitida por animais de produção, como bovinos, ovinos e caprinos. Os sinais da doença em bovinos podem ser confundidos com outras encefalites. Por isso, o diagnóstico laboratorial é imprescindível.
Os principais sinais de raiva nos bovinos e outros animais de produção incluem: